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Facebook:Veja o que mudou no perfil do usuário de 2005 a 2011


Do surgimento, em 2005, ao melhor ano de sua história, 2011, o Facebook mudou bastante. E uma das principais características do site que vem sendo aperfeiçoada a cada ano é a página do perfil do usuário. Durante a conferência anual de desenvolvedores F8, em San Francisco, na última quinta-feira, o fundador da rede social, Mark Zuckerberg, anunciou mais uma mudança nesta área do site: a Timeline.
1 - 2005
Perfil do Facebook em 2005. (Foto: Reprodução)Perfil do ainda TheFacebook em 2005. (Foto: Reprodução)
Mas você se lembra de como era a cara do Facebook há seis anos? Pois é, em 2005, quando a página estava acessível apenas para algumas empresas, não havia feed de notícias. Ou seja, os usuários tinham que ir de perfil em perfil para ver as novidades de cada um de seus amigos.
2 - 2006
Perfil do Facebook em 2006. (Foto: Reprodução)Perfil do Facebook em 2006. (Foto: Reprodução)
Isso começou a mudar logo no ano seguinte, 2006, quando mini-feeds passavam a registrar as atividades de seus contatos.
3 - 2007
Perfil do Facebook em 2007. (Foto: Reprodução)Perfil do Facebook em 2007. (Foto: Reprodução)
Em 2007, a interação passou a ser ainda maior. Nova mudança no layout, feeds com mais destaques e a possibilidade de presentear os amigos com os Facebook Gifts.
4 - 2008
Perfil do Facebook em 2008. (Foto: Reprodução)Perfil do Facebook em 2008. (Foto: Reprodução)

Mas foi apenas em 2008 que começou a Era dos Aplicativos, que fazem sucesso até hoje. Além disso, foi introduzida a barra de status, que funciona como o Twitter atualmente, onde o usuário pode dizer o que está fazendo ou publicar qualquer coisa que desejar.
5 - 2009
Perfil do Facebook em 2009. (Foto: Reprodução)Perfil do Facebook em 2009. (Foto: Reprodução)
Ano novo, nova mudança. Em 2009, chegaram as fan pages – que depois tiveram os botões de curtir implementados – e as novidades sobre a vida acadêmica dos usuários no perfil.
6 - 2010
Perfil do Facebook em 2010. (Foto: Reprodução)Perfil do Facebook em 2010. (Foto: Reprodução)
Isso tudo foi redesenhado mais uma vez em 2010. O design mudou um pouco, a maneira de visualizar fotos também e os interesses em comum passaram a ser mostrados.
7 - 2011
Perfil do Facebook em 2011. (Foto: Reprodução)Perfil do Facebook em 2011. (Foto: Reprodução)
Ao longo dos primeiros meses de 2011, diversas mudanças foram feitas, desde as novidades no álbum de fotos ao Ticker, o novo Feed de Notícias instantâneas.
8 - A Timeline
Timeline, novo conceito de perfil do Facebook. (Foto: Reprodução)Timeline, novo conceito de perfil do Facebook. (Foto: Reprodução)
Agora, no dia 22 de setembro, foi vez da, quem sabe, mais drástica mudança desde o início de toda esta reformulação anual pela qual o Facebook passa. A inovadora – e bem diferente – Timeline promete causar muito impacto visual e também deixar a experiência de utilizar a rede social ainda mais interativa.
Fonte:Tech Tudo
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A historia do Chapéu


Além de sua função protetora, o chapéu identificava a origem social, a religião, a nacionalidade e as idéias políticas de seu dono. Já antes do século XX, o chapéu era um acessório de moda extremamente importante. E tanto podia ser uma enorme capeline como um pequeno chapéu do tipo toquw, um chapéu alto ou um boné de basebol.

Os chapéus possibilitaram desde sempre o reconhecimento mútuo: as mitras dos faraós tinham um significado místico: em Itália usavam-se chapéus com as cores e os símbolos das diferentes famílias; o barrete frígio da revolução Francesa era uma afirmação política e um contraponto às perucas dos nobres; nos nossos dias, ainda se reconhece o estatuto de um dignitário católico pelo que lhe cobre a cabeça. No século XX, o chapéu é, sobretudo, um acessório da moda.
No caso das mulheres, os chapéus apresentam formas, cores e materiais diversos, enquanto que no caso dos homens, mantem formas clássicas, que tem sofrido muito poucas modificações.




Por volta de 1900, a etiqueta exigia de uma senhora que não saísse de casa sem chapéu. os chapús das modistas eram peças únicas, trabalhadas a mão. O fato de envergar um chapús que era único e simbolizava a riqueza da sua proprietária. A "Belle Epoque", a época das vestes suntuosas e das decorações faustosas, oferecia ocasiões de sobra às senhoras para grandes entradas em cena: os chapús eram enormes, ornamentados com penas, plumas, laços, rosetas ou pássaros. Por volta de 1908, os chapús atingiam o tamanho de rodas gigantescas, adornadas com penas de avestruz encaracoladas ou entrelaçadas, ou então com suntuosas decorações de fitas e flores.
O filme "My Fair Lady"(1964) imortalizou este tipo de chapéus no celulóide: a cena das corridas de cavalos de Ascot transforma-se numa parada de chapéus estravagantes. Esta realidade pode ainda ser presenciada, pois, hoje em dia, as corridas de cavalos de Ascot continuam a ser, ao lado dos casamentos, a ocasião por excelência para exibir chapéus vistosos.



Fonte: Könemann Verlagsgesellschaft - História da Moda do Século XX
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Moda: Um pouco de História....as mulheres há 200 anos atrás no Brasil

 Era uma vez uma colônia pacata chamada Brasil. Ela era habitada por um povo de maioria analfabeta que se vestia de forma modesta e descontraída. Em 1808, a vinda da família real mudou radicalmente a estrutura político-econômica do país e, por que não, a maneira de se vestir das pessoas. A exposição Mulheres Reais, em cartaz até 6 de julho na Casa França Brasil, na capital carioca, conta através da moda quem eram as mulheres que viveram no país na primeira metade do século 19. Você sabia que, naquela época, muitas escravas usavam jóias? Manequim conversou com a figurinista Emília Duncan, curadora da mostra, e revela este e outros detalhes do vestuário das mulheres brasileiras antes e depois da chegada da realeza.
                                                                   A CORTE
Vestido de corte império: sucesso no século 19
Depois da moda extravagante do Antigo Regime, quando as mulheres viviam aprisionadas por vestidos exageradamente acinturados, saias rodadas e perucas enormes, a moda simplificou-se. O hit do século 19 eram os vestidos de corte império, com a cintura logo abaixo dos seios, inspirados nas túnicas greco-romanas. Esses modelos não tinham amarrações nem espartilhos e apresentavam as mangas quase sempre curtas e levemente bufantes.
LEOPOLDINAIncorporava perfeitamente o estilo da época. Vestia-se de maneira fina, mas não ostentosa, com vestidos da moda e jóias discretas. Nas ocasiões festivas, seus trajes apresentavam mais requinte.


Vestido de gala inspirado na Imperatriz Leopoldina

                                                                    D. MARIA I
Traje inspirado em D. Maria, à moda dos tempos áureos 
da monarquia absolutista

Viveu a maior parte do tempo no Antigo Regime, época em que o luxo e a ostentação estavam em alta. Por isso, suas roupas eram as que menos se enquadravam no padrão estético vigente. Tinha várias jóias e peles feitas na França e na Rússia, além de vestidos glamourosos com saias amplas e corseletes apertados.

                                                       CARLOTA JOAQUINA

Roupa que retrata a extravagância de 
Carlota Joaquina
Defendia ferozmente a superioridade da nobreza sobre as demais classes sociais e as roupas dela espelhavam esse sentimento. A presença de muitas jóias e acessórios é marcante no visual de Carlota, que também usava vestidos de corte império, mas não abandonou os modelos de saias rodadas.

Fonte: http://manequim.abril.com.br/moda
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A origem da Gravata


A gravata é uma peça básica do vestuário masculino. Teve origem no lenço para o pescoço, cuja função era proteger do frio. Ao longo dos séculos, a gravata foi se tornando num adorno cujo objetivo era ser combinado com o vestuário de estilo algo uniforme do homem ocidental. Ainda hoje, a gravata faz parte integrante de um fato completo, podendo apenas ser variada em termos de cor, feitio, padrão e tecido, enquanto que outros tipos de adorno para o pescoço não são adequadosa todas as situações, nem ficam bem a qualquer homem.

A gravata é uma das poucas peças de vestuário cuja função principal não é a proteção contra o frio e outras interpéries. Por conseguinte, é um acessório que existe há relativamente pouco tempo. Na China e na Roma antigas, usava-se um lenço para proteger o pescoço contra o frio. Na Europa, a história do lenço tipo gravata começou provavelmente durante o Império Romano. Há mais de 2000 anos, os soldados romanos usavam um "focale", um lenço que costumavam molhar quando havia calor e que usavam para refrescar a zona do pescoço. Hoje em dia, existe um sucessor do "focale", o plastrão, um lenço de seda que é fixado com um alfinete e que é usado sobretudo em Itália em ocasiões festivas.
No entanto, a verdadeira história da gravata começa somente no momento em que a sua função protetora cede o lugar à função decorativa. É, no entanto, difícildatar este momento. Segundo uma das versões existentes, conta-se que em 1660 teriam aparecido em França mercenários croatas ao serviço da Áustria, que usavam lenços de linho ou musselina à volta do pescoço. As pontas dos lenços ou formavam uma pequena roseta ou então eram adornadas com borlas. Os franceses chamaram esses lenços de "croates", palavra esta que sofreu uma evolução linguistica transformando-se em "cravates". Outros historiadores da moda discordam desta teoria, chamando atenção para o fato de o termo já existir no século XVI, e de, por exemplo, o artista italiano Cesare Vecellio designar, em 1590, o "focale" romano como "cravata". Seja como for, a gravata tornou-se um acessório muito popular em França no século de Luís XIV, sendo confeccionada tanto em tecidos simples como em renda, sendo esta enroladaà volta do pescoço com maior dificuldade.
A revolução Francesa pôs um fim temporário ao uso da gravata, pois não só bania o uso de calças até aos joelhos ("Sans-cullottes"), como também libertou o pescoço do nó apertado das gravatas. Mas pouco tempo depois, por volta de 1800, o dandy Beau Brummel, que mandava engomar as suas gravatas, introduzia esta peça de vestuário em Londres. A partir dessa altura, a gravata deve ter conhecido um sucesso quase arrebatador, pois, algum tempo mais tarde, o escritor francês Honoré de Balzac escreveria a seguinte frase sobre a "disparatada" moda das gravatas: "Alguns envolvem o pescoço em grandes pedaços de musselina, outros tapam-no com almofadas pespontadas, sobre as quais, ainda por cima, aplicam alguns lenços de bolso".


Só no século XIX é que a gravata tomou a forma que lhe conhecemos hoje: desde os anos 40 desse século começara a dobrar-se o colarinho sobre a gravata, o que levou a uma simplificação do feitio da mesma. Mais tarde, nos anos 60 deixou de se usar o laço, fazendo-se em vez disso, um nó na gravata.

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